Você vive tentando dar conta de tudo.
Ajuda todo mundo, segura as pontas, sorri…
Mas quando chega em casa, o corpo desaba.
E ninguém imagina o peso que você carregou o dia inteiro.
A ansiedade te convenceu de que, se você falhar, alguém vai se afastar.
Então você se esforça para não decepcionar ninguém.
Nem percebe o quanto isso custa caro.
E, por mais doloroso que seja admitir…
isso não nasceu na vida adulta.
Lá atrás, na infância, talvez você tenha aprendido que amor vinha com condição:
ser bom, ser forte, ser perfeito, ser “o que os outros precisam”.
E por isso, hoje, qualquer silêncio, crítica ou distância reacende o mesmo gatilho:
“Eu fiz algo errado.”
“Eu não sou suficiente.”
Seu corpo reage como se estivesse em perigo — mesmo quando não está.
E então começa o ciclo:
Você se culpa.
Tenta agradar.
Explica demais.
Entrega mais do que recebe.
Engole o que sente pra não incomodar.
Mas, no fundo… você está exausto.
A verdade não é falta de esforço.
É excesso de sobrevivência emocional.
Você ainda está preso ao papel que um dia precisou desempenhar para não perder ninguém.
Só que agora esse papel não te protege mais — ele te aprisiona.
E talvez seja hora de aprender um caminho novo:
- Ser você sem medo.
- Parar de tentar provar valor o tempo todo.
- Devolver culpas que nunca foram suas.
- Descansar da perfeição que te ensinaram a perseguir.
Você merece existir sem carregar o peso de todos.
E merece, principalmente, se sentir suficiente exatamente como é.
Você não precisa continuar carregando esse peso.
Clique no botão do WhatsApp — essa pode ser a virada que você estava esperando.

